A presidente Dilma Rousseff quer proteger as áreas sociais dos cortes do Orçamento. A tesourada pode atingir R$ 70 bilhões em programas que assegurem o emprego e o consumo. Até segunda, Dilma pretende fazer uma maratona de encontros com seus ministros para definir prioridades e definir quais programas serão adiados.
A estratégia é facilitar o trabalho da equipe econômicsa na hora de barrar verba para atingir a meta de resultado das contas públicas sem impacto no crescimento. O governo vislumbra uma expansão do PIB entre 4% e 5%.
A expectativa na Esplanada é que Dilma recupere uma prática comum dos seus tempos de ministra: avaliar cada programa detalhadamente. A presidente está preocupada em recuperar o tempo perdido em 2011, quando muitos gastos com obras ficaram só no papel por falhas de gestão.